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Sobre a SPOT

Operadores antes
de SaaS.

A SPOT não nasceu de uma startup de tecnologia que decidiu entrar em turismo. Nasceu do contrário: sócios que tocam agências de receptivo em Buenos Aires decidiram compartilhar a infraestrutura que já usam — e abrir para outras agências brasileiras.

O que a gente acredita

1. A operação é o produto. Nenhum CRM bonito salva uma operação ruim. A SPOT é primeiro operadora, depois software. O sistema existe pra que a operação rode — não o contrário.

2. A agência brasileira é o cliente final. Não somos OTA. Não vendemos pro viajante. A SPOT atende exclusivamente B2B — a agência tem o cliente, tem a margem, tem a relação. A gente entra como infraestrutura compartilhada por trás.

3. Distribuição vale mais que tecnologia. O ativo da SPOT não é o sistema. É a rede de agências parceiras que cresce mês a mês. Toda decisão de produto é filtrada pela pergunta: "isso ajuda a captar e reter agência?"

4. Validar antes de escalar. Nossa Fase 1 é de 20-50 agências em 90 dias. Não tentamos lançar 17 features no primeiro ciclo. Lançamos o essencial, vemos o que funciona, ajustamos.

5. Não competimos com os sócios. Cada sócio fundador mantém sua agência. A SPOT é infraestrutura compartilhada — nunca racional construir produto que canibalize quem está dentro.

6. Vender crescimento, não assinatura. Plano SPOT precisa parecer que se paga sozinho via melhora de margem. A agência não deve sentir que paga "mais um software" — deve sentir que está aumentando lucro.

Equipe local

Operadores em Buenos Aires.

Não somos um time remoto vendendo Argentina à distância. Os sócios vivem e operam em BA — quem atende sua agência durante o transfer, à noite, no feriado, está na mesma cidade do cliente.

Equipe SPOT em Buenos Aires
Operação ao vivo

Time que opera.

Você não vê só dashboards. Vê motoristas, guias e atendimento — gente real cuidando da experiência do seu cliente em BA, alinhada à sua marca.

Como nasceu

Os sócios da SPOT são donos de agências de turismo receptivo brasileiro em Buenos Aires. Por anos, cada um operava sozinho — fornecedor próprio, motorista próprio, CRM improvisado, equipe pequena.

Em algum ponto ficou óbvio: a maior parte da infraestrutura era idêntica entre todos. Cada agência reinventava a roda no transfer, no CRM, no marketing. Cada uma negociava sozinha com fornecedor, sem volume.

A pergunta foi: e se a gente compartilhasse essa infra entre todos? E se trouxesse outras agências brasileiras pra dentro também, criando volume real de negociação e operação?

Foi assim que a SPOT virou plataforma. Não começou como startup buscando produto — começou como infraestrutura que já existia, pronta pra ser compartilhada.

A SPOT é a operadora que os sócios queriam ter tido quando começaram. Agora ela existe — e está aberta pra outras agências.

01

3 sistemas, 4 núcleos,
1 Spot Day.

Sistema 1

HUB

A agência vende: catálogo, CRM, cotação, voucher, reservas. Cada ação dispara o despacho automático para o CCO.

Sistema 2

CCO

Central de operação SPOT: designa motorista, monitora GPS, faz split financeiro entre agência, motorista e SPOT.

Sistema 3

DRIVERS

App PWA mobile-first dos motoristas: recebem assignment, fazem check-in com foto, atualizam status em tempo real.

Ritmo

Spot Day

Toda segunda, os 4 núcleos se reúnem por 4-6h: tarifário, operação, tecnologia, marketing. É a única reunião obrigatória.

Onde estamos

Sede operacional: Buenos Aires, Argentina.
Operação cobre: Buenos Aires, Bariloche, Patagônia, Argentina geral, Colônia e Montevidéu (Uruguai).
Atendimento: português e espanhol, segunda a sexta + plantão durante operação confirmada.
Contato: contato@spotbrasil.com

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